Aos 30 dias do mês de maio do corrente ano, na Paróquia São João Batista, em Araraquara-SP, deu-se início à primeira reunião do Ministério das Artes após a mudança de coordenador da RE2.
Após a oração inicial, realizou-se uma breve apresentação dos novos coordenadores para os presentes. O coordenador, Rafael de Angeli, perguntou como todos tinham tomado conhecimento da reunião e se a carta que se referia a esta mudança de coordenação e com as novas datas de reuniões tinham chegado às mãos de todos. Em seguida, partilhou sobre como foram nomeados e a passagem que Deus havia lhes dado para assim começarem a assumir essa nova missão (I Reis 3,4-15), falando da alegria deles, Rafael e Enrico, coordenador e vice, respectivamente, de estarem cumprindo mais essa vontade de Deus em suas vidas. Ressaltou também que o Ministério das Artes é de todos, para todos tomarem conta e se responsabilizarem, dando idéias, sugestões e críticas para juntos sermos Ministros das Artes da RE2.
Após essa colocação, sugeriu duas idéias nas quais haviam discernido:
1. Englobar, aos poucos, todos os tipos de artes, como escultura, pintura, fotografia, artesãos, entre outros, além dos mais tradicionais (música, teatro e dança), para que assim a arte sacra fosse estimulada entre nós, cristãos, e que todos seriam bem-vindos para crescermos e nos formamos juntos;
2. Dividir em sub-coordenações as diferentes formas de artes, para que fosse explorado mais especificamente cada uma.
Em seguida, pediu para que todos os representantes de cada ministério falassem suas idéias e dificuldades:
* O vice-coordenador, Enrico Chinen, fez uma breve colocação da dificuldade e da falta de disponibilidade de ministérios de música para tocarem nos encontros da RE2, quando solicitados;
* A Débora (Luz das Nações) falou também desta falta de disponibilidade e das pessoas que nunca aparecem nas reuniões do Ministério das Artes e que quando é para tocar, todos aparecem. Aprovou a divisão de sub-coordenações de artes. Disse que no momento de oração inicial, Deus colocava que nos capacitaria a amar mais os músicos, as pessoas, os ministérios e deu a seguinte frase: “Somente o amor vai nos unir”;
* Foi colocada pelo Sérgio a idéia de criar uma oficina nas paróquias para recuperação e restauração das artes;
* O Odair sugeriu que essa divisão de sub-coordenações fosse realizada no mesmo dia das reuniões do Ministério das Artes, após a oração inicial em comum;
* Em seguida o Almir (Canal da Graça e Nova Aliança) partilhou que o que falta a todos os ministros de artes é um compromisso mais sério com Deus e que devemos buscar mais técnicas para dar o melhor que temos a Ele;
* A Andrelha (Voz do Coração) partilhou que o nosso chamado é tornar Deus conhecido, assumi-lo e se doar. Comentou que o músico muitas vezes tem “preguiça” de rezar e não sabe silenciar;
* Em seguida a Fernanda (Theotokos) disse que precisamos de estímulos para fazer as coisas ou fazer por obrigação. Concordou com a divisão de sub-coordenações e que seria interessante termos conhecimento de todas as áreas de arte;
* Foi relatado pelo Fabrício (Theotokos e MK Blues) que as promessas que foram feitas posteriormente geraram um certo desânimo geral em todos. Essas promessas não cumpridas geraram decepção em todos que acreditavam que poderiam crescer mais, e que desta vez deveríamos trabalhar com o que temos, entre nós, sem promessas frustrantes;
* O Danilo partilhou da dificuldade no seu ministério da diferença de idade, que gera um certo conflito;
* Em seguida o Mateus (Leão de Judá) sugeriu ter mais formação espiritual para os Ministros de Artes;
* O Robson (Canal da Graça) colocou que a finalidade do músico é servir. Servir em grupos de oração, Missas e estar sempre a serviço, independente do local que for chamado;
* O Percival (Nova Unção) comentou que existiram muitos bons grupos de música e que hoje desmoronaram por falta de união;
* Sobre a dança e o teatro, a Tatiana (Leão de Judá) disse que sentem dificuldades, muitas vezes, porque dependem dos músicos que não correspondem às necessidades de ensaio e sincronização dos ministérios.
Finalizando, o Rafael acolheu todas as idéias e sugestões, dizendo que iam se reunir para rezar e para pensar em algumas soluções.
Após a oração final, deu-se por encerrada a primeira reunião do Ministério das Artes.